Notícia

Conhecimento e tecnologia a serviço da saúde

Set 10
  2019

Com rede de monitoramento de qualidade mais completa do Norte-Nordeste, Embasa garante a segurança da água fornecida a seus clientes

 

A água é vida. Por isso, precisa ser bem tratada e ter qualidade. Nas estações de tratamento, a água dos mananciais é submetida a vários processos que retiram suas impurezas, tornando-a potável. No entanto, a manutenção das condições de potabilidade da água fornecida aos domicílios depende de uma ampla rede de monitoramento de sua qualidade, desde a captação da água bruta no manancial até a distribuição e entrega no hidrômetro dos imóveis. Essa rede inclui vários pontos de coleta de amostras para análise em laboratórios dotados de tecnologia de ponta para detectar concentrações mínimas de substâncias ou bactérias nocivas à saúde humana. 

Esse controle, realizado pelos prestadores do serviço de abastecimento de água, é determinado pelo Ministério da Saúde e fiscalizado pelas Vigilâncias Sanitárias municipais e estaduais. Ele é fundamental para garantir a segurança da água distribuída por sistemas públicos. 

 “A água é um solvente universal, ou seja, ela é capaz de dissolver uma grande quantidade de substâncias que representam risco à saúde como os metais, toxinas e agrotóxicos. Sem falar da presença dos coliformes fecais. O papel do processo de tratamento é reduzir a concentração desses e de outros componentes encontrados na água bruta aos valores máximos permitidos pela legislação. O monitoramento completa esse trabalho, verificando o antes e o depois do tratamento e analisando, inclusive, a concentração das próprias substâncias utilizadas no tratamento, como o cloro e o flúor, adicionado para prevenir cáries na população”, explica o supervisor de análises laboratoriais da Empresa Baiana de Águas de Saneamento (Embasa), Júlio César Mato Grosso. 

Nos laboratórios da Embasa, profissionais especializados fazem esse monitoramento. A empresa conta com 484 laboratórios, sendo que no Laboratório Central, em Salvador, é onde são feitas as análises mais complexas que exigem equipamentos de alta precisão. Por mês, são analisadas uma média mensal de 308,3 mil amostras cujos resultados orientam os profissionais envolvidos no tratamento e na distribuição como ajustar seus processos de forma a garantir que a água produzida seja distribuída dentro dos parâmetros definidos pelo Ministério da Saúde.  

Atualmente, a empresa conta com a rede de monitoramento de qualidade da água mais completa do Norte-Nordeste, de acordo com o gerente do Laboratório Central da empresa, Fabrício Aleluia, químico que atua também como membro das câmaras técnicas de saneamento da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) e do Ministério da Saúde, participando ativamente das discussões relativas à definição dos parâmetros de potabilidade da água, em reuniões no órgão federal. “Nos quesitos dimensão da rede e avanço tecnológico, competimos com as empresas estaduais de saneamento de São Paulo (Sabesp), Paraná (Sanepar), Minas Gerais (Copasa) e Rio Grande do Sul (Corsan)”, afirma.

 

*¹ - Portaria de Consolidação N° 5, do Ministério da Saúde.


Rede de Laboratórios

- Laboratório Central, em Salvador

- 13 laboratórios regionais

- 470 laboratórios locais nas estações de tratamento ou nos escritórios locais

16.250 pontos de coleta em mananciais, captações de água, estações de tratamento, poços, reservatórios e redes distribuidoras, distribuídos em 368 municípios.

Cerca de 3,7 milhões de amostras são analisadas, por ano, nos laboratórios da Embasa.

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